Consultores online vão ajudar emigrantes a apresentar candidaturas a fundos comunitários. E haverá cursos presenciais nos países onde eles residem. ACM deverá gerir três milhões de euros até 2017 para montar um sistema de apoio à organização de negócios.
Emigrantes que querem criar negócios em Portugal vão ter acesso em breve a consultores, especialistas em fundos comunitários, cursos e ferramentas online que lhes permitem montar um plano de negócio viável. O Alto Comissariado para as Migrações (ACM) será a entidade que deverá gerir os três milhões de euros, até 2017, que foram inscritos nos Programas Operacionais Regionais (POR) para apoiar as iniciativas dos emigrantes em território nacional.
Entre 2017 e 2020 uma verba idêntica “ou superior” a três milhões de euros poderá vir a ser novamente disponibilizada via POR, lê-se num documento do ACM que traça as linhas gerais desta intervenção. É assim que o Governo conta ter condições para apoiar a “estruturação e capacitação” de 1800 ideias de negócio de emigrantes até 2017 em Portugal. E de 3600 até 2020.
Dos três milhões de euros inscritos nos POR, que o ACM vai gerir, sairão algumas verbas para apoiar diretamente a concretização de alguns negócios mais pequenos, através de concursos de ideias, como o célebre VEM — Valorização do Empreendedorismo Migrante, noticiado em Março. Outra parte servirá para criar um sistema que ajude os emigrantes a concorrer com as suas ideias a outros programas de financiamento comunitário do Portugal 2020 — nomeadamente o Programa Operacional Inclusão Social (POISE) e o Programa Operacional Capital Humano (POCH), onde há dezenas de milhões de euros disponíveis, para apoiar iniciativas. É que, pela primeira vez ficou expressamente referido que os emigrantes se podem candidatar a esses fundos.
O ACM organizará 30 cursos de empreendedorismo por ano, nos países onde os emigrantes que ainda não deram o passo de voltar para Portugal estão a residir. E disponibilizará uma bolsa de recursos online para os interessados em saber como concorrer aos fundos comunitários do Portugal 2020. Também online, haverá “consultores, especialistas em fundos comunitários, para apoiar os emigrantes a movimentarem-se neste universos dos fundos”, o que lhes permitirá ter apoio técnico mesmo nos países onde residem; e encontros com potenciais investidores. O novo portal do ACM está a ser concluído.
É um sistema que não existia para quem reside fora de Portugal, que não tinha acesso a apoio técnico — o que era um dos obstáculos a que os emigrantes apresentassem candidaturas a fundos comunitários. Agora, ninguém, esteja onde estiver, ficará privado de condições que lhe permitam organizar um projeto.
Concluído o dossier com o apoio do ACM, o emigrante pode ir bater a várias portas em termos de candidatura a fundos: POISE, POCH ou verbas dos programas operacionais regionais geridas pelo ACM. A vantagem é que se baterem à do ACM têm um conjunto de apoios adicionais, para além daquilo que são os concursos gerais de empreendedorismo, o que permite ao emigrante passar por todas as etapas e sair deste processo com um plano de negócio que pode ter maiores hipóteses de sucesso.
Emigrantes que querem criar negócios em Portugal vão ter acesso em breve a consultores, especialistas em fundos comunitários, cursos e ferramentas online que lhes permitem montar um plano de negócio viável. O Alto Comissariado para as Migrações (ACM) será a entidade que deverá gerir os três milhões de euros, até 2017, que foram inscritos nos Programas Operacionais Regionais (POR) para apoiar as iniciativas dos emigrantes em território nacional.
Entre 2017 e 2020 uma verba idêntica “ou superior” a três milhões de euros poderá vir a ser novamente disponibilizada via POR, lê-se num documento do ACM que traça as linhas gerais desta intervenção. É assim que o Governo conta ter condições para apoiar a “estruturação e capacitação” de 1800 ideias de negócio de emigrantes até 2017 em Portugal. E de 3600 até 2020.
Dos três milhões de euros inscritos nos POR, que o ACM vai gerir, sairão algumas verbas para apoiar diretamente a concretização de alguns negócios mais pequenos, através de concursos de ideias, como o célebre VEM — Valorização do Empreendedorismo Migrante, noticiado em Março. Outra parte servirá para criar um sistema que ajude os emigrantes a concorrer com as suas ideias a outros programas de financiamento comunitário do Portugal 2020 — nomeadamente o Programa Operacional Inclusão Social (POISE) e o Programa Operacional Capital Humano (POCH), onde há dezenas de milhões de euros disponíveis, para apoiar iniciativas. É que, pela primeira vez ficou expressamente referido que os emigrantes se podem candidatar a esses fundos.
O ACM organizará 30 cursos de empreendedorismo por ano, nos países onde os emigrantes que ainda não deram o passo de voltar para Portugal estão a residir. E disponibilizará uma bolsa de recursos online para os interessados em saber como concorrer aos fundos comunitários do Portugal 2020. Também online, haverá “consultores, especialistas em fundos comunitários, para apoiar os emigrantes a movimentarem-se neste universos dos fundos”, o que lhes permitirá ter apoio técnico mesmo nos países onde residem; e encontros com potenciais investidores. O novo portal do ACM está a ser concluído.
É um sistema que não existia para quem reside fora de Portugal, que não tinha acesso a apoio técnico — o que era um dos obstáculos a que os emigrantes apresentassem candidaturas a fundos comunitários. Agora, ninguém, esteja onde estiver, ficará privado de condições que lhe permitam organizar um projeto.
Concluído o dossier com o apoio do ACM, o emigrante pode ir bater a várias portas em termos de candidatura a fundos: POISE, POCH ou verbas dos programas operacionais regionais geridas pelo ACM. A vantagem é que se baterem à do ACM têm um conjunto de apoios adicionais, para além daquilo que são os concursos gerais de empreendedorismo, o que permite ao emigrante passar por todas as etapas e sair deste processo com um plano de negócio que pode ter maiores hipóteses de sucesso.
